quarta-feira, 23 de junho de 2010

TESTEMUNHO - SINAL DE DEUS ( MARCOS ZUCKINNE )


Esta obra foi contada pelo ir. Marcos Zuckinne ancião em Catanduva/SP.

Eles iam começar a construção da última congregação e os diáconos pedirem que os anciães comparecessem para fazer uma oração juntos com os irmãos.
E o irmão que tomaria conta da construção tinha feito um propósito de não mais trabalhar na construção, pois tem um filho deficiente e fez um propósito de cuidar, de ficar mais tempo com o filho, dar uma atenção especial pra casa dele, e isso ficou em sua mente.
Chegando no domingo de serviço na construção os irmãos ali foram para orar, qdo ia começar a oração chegou um caminhão da prefeitura com água para colocar no reservatório para o trabalho da construção.
Ao terminar de encher o reservatório sobrou água no caminhão e alguém disse vcs não querem jogar água no chão onde vcs vão cavucar para fazer o alicerce?

Os irmãos rapidamente correram e limparam os regos onde iam fazer os alicerces da igreja e jogaram a água no lugar.
E foi feito uma oração naquele lugar e o ir. Marcos Zuckinne não sabia o propósito do irmão que tomaria conta da construção, e na oração o ir. Marcos disse essas palavras:
- SENHOR, ESTÁ AI TEU SERVO ELE VEIO PARA TOMAR CONTA DA CONSTRUÇÃO, AJUDA ELE DE HOJE ATÉ O FIM DESSE TRABALHO E SE ELE TIVER ALGUMA DÚVIDA DAQUILO QUE TU QUERES A RESPEITO DESSE SERVIÇO DÁ UM SINAL PRA ELE E MOSTRA TU ESTÁS NESSE NEGÓCIO!

Bom a glória tomou aquele lugar e depois o ministério junto ao ir. Marcos Zuckinne foram embora e deixaram os irmãos trabalhando.
Passou ás horas e o celular do irmão Marcos Zuckinne toca e uma voz diz:

- O irmão está sabendo a obra que Deus fez?
- Obra, que obra? – respondeu o ir. Marcos.
- Ninguém ligou para o irmão? Então vou dar a noticia de primeira mão, depois que o senhor saiu ao término da oração, os irmãos começaram a cavucar os alicerces da igreja, e foi qdo um dos irmãos sentiu que a ferramenta bateu em alguma coisa diferente, o que chamou sua atenção, preocupado ele não bateu mais e com cuidado ele cavucou em volta e pra surpresa dele e de todos os que ali estavam ( um terreno baldio onde nunca se construi nada, lotiação nova ) qdo ele com cuidado pegou o objeto era uma placa com os seguintes dizeres:

EM NOME DO SENHOR JESUS!

ALELUIAAAAAAA..............Bateram fotos, se alegraram, choraram, falaram em línguas!

Qdo alguém disse: Vamos levar essa placa pra central.
O irmão que tinha feito o propósito de não mais trabalhar na construção respondeu: - vcs podem levar as fotos o filme, mas a placa é minha, pois eu que a encontrei.

GLÓRIA A DEUS! Deus deu o sinal para o irmão que estava naquele negócio.

E o irmão Marcos Zuckinne naquela hora perguntou ao Senhor: - O que me isso Senhor? E o Senhor respondeu:

- ATE´HOJE NESSE BAIRRO O MEU NOME ESTAVA POR BAIXO, MAS AGORA ELE VAI PRA CIMA!

ALELUIAAAAAAAAA............

Deus é Deus! Aleluiaaaaaaaaaa! Coisa linda essa obra!

Deus vos abençoe!

SE FOR MORNO VOMITAR-TE-EI; DIZ O SENHOR!




O queria dizer essa passagem?

Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.( Apocalípse 3:15,16 )



Bom, qdo conhecemos um pouco sobre Laodicéia fica mais fácil compreender o que a revelação queria passar aos irmãos daquela localidade.

Laodicéia situava-se entre duas cidades, Colossos e Hierápolis, sendo que nesta havia fontes de águas quentes que segundo a tradição eram benéficas a saúde, qdo banhado nelas e aquela [ Colossos ] possuía águas frias e refrescantes para beber.
Mas o que tem haver isso tudo?

Laodicéia recebia por meio de um aqueduto águas de ambas as cidades e qdo chegava a cidade ela encontrava-se em condições ruins, MORNAS e basicamente não serviam para nada.

Assim Cristo queria dizer os irmãos de Laodicéia não estavam basicamente servindo pra nada, nem para matar a sede de um viadante [ águas frias ] e nem fazer algo benéfico a outros [ águas quentes ], espiritualmente falando.

Pois eram orgulhosos, preocupados em ajuntar tesouro, com suas convecções de de roupas de lã e outras cousas, tendo vossa confiança no dinheiro não praticavam boas obras:

Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu.


Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. ( Mateus 6:19-20 )

Então Cristo veio alertando-os:

Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono. ( Apoc. 3:18-21 )

Resumindo:

O Senhor dizia que eles se apartassem da busca pelas riquezas materiais e buscassem o conhecimento de Deus, a prática das boas obras [ tesouro provado no fogo ], e arrependessem dos seus pecados, pois Deus é poderoso para perdoar os pecados cometidos pela ganância das riquezas e outros que as mesma trazem consigo; e o Senhor vos vestiria de roupas brancas [ perdão, justiça ] e abririam seus olhos espirituais para verem além do véu, isto é, da vossa carne; pois Ele tem o colírio do Espírito Santo para isso.

Enfim termina dizendo:

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.


Se ouvissem, arrependessem de seus pecados e largassem receberiam a vida eterna!

Nunca devemos confundir que todos pecamos, mas quem se diz cristão e vive na prática do pecado não conhece a Deus e sua fé não é genuína:

"Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele." (João 14 : 21)

Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. ( I João 3:8,9 )


Glória a Deus. Deus vos abençoe!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ALMA IMORTAL?




Vamos lá...

Em Gênesis 2:7 vemos que Deus formou o homem de dois elementos: o pó da terra e o fôlego de vida:

“Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida (neshamah), e o homem passou a ser alma (nephesh) vivente”. (Gênesis 2:7 )


No original, este texto seria: "Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o espírito de vida (fôlego de vida), e o homem passou a ser uma pessoa vivente"

Isto significa que no conceito Bíblico:

Espírito = fôlego de vida proveniente de Deus;
Alma = união do corpo com o fôlego de vida, ou seja, a pessoa como um todo.

Resumindo:

Para existir vida [ alma ], terá de haver a junção de corpo e espírito [ fôlego de Deus ].

Qdo morremos, a separação desses dois elementos: corpo e fôlego de vida [ espírito ], assim a alma [ vida ] desaparece, indo o corpo para sepultura, pois é pó e para o pó voltará e o espírito [ folêgo de vida ] volta a Deus que nos deu:

"E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu." (Eclesiastes 12 : 7)

A morte é representada pelas escrituras como um sono, um estado de inconsciência, visto que haverá a ressurreição dos mortos, uns para a condenação e outros para a vida eterna:

E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. ( Daniel 12:2 )

Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Jesus, porém, falara com respeito à morte de Lázaro; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono. Então, Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu.( João 11:11-14 )

Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. ( Eclesiastes 9:5-6 )

Então sendo assim, quando morre o corpo, o fôlego de vida [ espírito ] torna para Deus (Eclesiastes 12:7), este espírito [ sopro ou fôlego de vida ] que é inconsciente volte ao seu ponto de origem e o ser humano deixa de existir como um todo.


Só existe um ser imortal segundo as escrituras sagradas:

Que guardes este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo; a qual a seu tempo mostrará o bem-aventurado, e único poderoso SENHOR, Rei dos reis e Senhor dos senhores; Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém. ( I Tim. 6:14-16 )

Creio que essas passagens foram bem EXCLARECEDORAS!


Assim todos os mortos estão na sepultura independente em que condições eles morreram, a parábola do rico e do Lázaro ao defende a existência de um lugar para os salvos e os condenados, mesmo porque um “espírito” sente sede? O Céu e o inferno estão tão próximos que os mortos podem conversar? Abraão seria o intercessor ao invés de Jesus? Lazaro que estava no fogo se saciaria em apenas molhar a língua e a água não evaporaria?

Sem dizer que Lázaro foi salvo por ser pobre, ou seja, pelas suas obras, indo contra o que a bíblia diz:

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas. ( Efésios 2:8-10 )

Sendo assim a tua própria pergunta é um golpe mortal sobre a parábola do rico e do Lazaro!!!

Se o “seio de Abraão” é o lugar para onde vão os salvos por ocasião da morte, para onde foram aqueles que morreram antes de Abraão e antes da vinda de Jesus?

ESTÃO TODOS NA SEPULTURA aguardado a volta de Cristo como está escrito:

Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria. E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa, provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados. ( Heb.11:13,14; 39,40 )

Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. ( I Tess. 4:13-17 )

Jesus só usou a parábola do rico do Lazaro para transmitir a seguinte mensagem aos judeus e fariseus:

“Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.” Lucas 16:31.

Se o ser humano não ouvir e crer na mensagem de Moisés e dos profetas [ todo o Antigo Testamento ], não será convencida de que precisa ser salva, mesmo que ressuscitasse uma pessoa dentre os mortos.

Porventura Cristo não ressuscitou? Todos creram Nele?

Mas nem todos têm obedecido ao evangelho; pois Isaías diz: SENHOR, quem creu na nossa pregação? De sorte que [u]a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus[/u]. ( Rom. 10:16,17 )

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas. ( Efésios 2:8-10 )

Resumo da seguinte forma: No VT a fé era voltada para Aquele [ Jesus Cristo ] que havia de vir; no NT a fé é voltada para Aquele que veio, ascendeu-Se ao céu e voltará!

Nas escrituras existem inúmeras [ dezenas ] de passagens comparando a morte ao sono, eis algumas:

Porque na morte não há lembrança de ti; no sepulcro quem te louvará? (Salmos 6 : 5)

Atende-me, ouve-me, ó SENHOR meu Deus; ilumina os meus olhos para que eu não adormeça na morte. (Salmos 13 : 3)

Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição? Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento? ( Salmos 88:10-12 )

Porque não te louvará a sepultura, nem a morte te glorificará; nem esperarão em tua verdade os que descem à cova. (Isaías 38 : 18)

Os mortos não louvam ao SENHOR, nem os que descem ao silêncio.( Salmos 115:17 )

Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. ( Eclesiastes 9:5-6 )


Assim o homem se deita, e não se levanta; até que não haja mais céus, não acordará nem despertará de seu sono. ( Jó 14:12 )

Disseram, pois, os seus discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Mas Jesus dizia isto da sua morte; eles, porém, cuidavam que falava do repouso do sono. ( João 11:12,13 )

Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. ( I Cor. 15:51,52 )

A doutrina da imortalidade da alma não é bíblica, mas pagã. Nasceu na Grécia e propagou-se na Igreja, através de Platão, do século V em diante, graças à influência de Agostinho...(Meu Credo Escatológico [opúsculo], ed. 1938, p. 3.)
Termino com a passagem de um milagre de Cristo mostrando a condição dos mortos, crendo que o texto foi bem esclarecedor:

E todos choravam, e a pranteavam; e ele disse: Não choreis; não está morta, mas dorme. E riam-se dele, sabendo que estava morta. Mas ele, pondo-os todos fora, e pegando-lhe na mão, clamou, dizendo: Levanta-te, menina. E o seu espírito voltou, e ela logo se levantou; e Jesus mandou que lhe dessem de comer. ( Lucas 8:52-55 )



Não precisa escrever mais nada!


Deus vos abençoe!

sábado, 12 de junho de 2010

TESTEMUNHOS - DO CULTO DE HOJE ( 12/06/2010 )


Ouvi essas obras hoje - 12/06/2010
A paz de Deus.


Hoje congregado, o Senhor preparou várias visitas entre nós principalmente músicos, dentre eles um cooperadore de jovens que Deus se agraciou de revelar a palavra a ele, e foi pregado Efésios 6 ( As armaduras de Deus ).

Na testemunhança um irmão, inclusive ele é irmão do ancião de goiânia [ ir. Aldenísio ], contou que vindo para nossa cidade visitar sua família, no caminho um carro parou repentinamente na frente dele, e quando ele freio seu carro, o asfalto estava com óleo dos caminhões que trafega muito por ali, o carro deslisou e chocou-se na traseira daquele outro carro novo.
O irmão clamou a Deus e pensou consigo arrebentou tanto o carro dele como o motorista a frente, e triste desceu para averiguar. SURPRESA!!

Por incrível que pareça, não teve nenhum arranhão! Glória a Deus!

O carro na batida chegou levantar a traseira e o Senhor fez esse livramento miraculoso!

E na testemunhança ainda se desculpou por ser uma bênção material...rsrs....MILAGRE DE DEUS FOI ISSO!

Outra que ele contou...Oh, glória!!
.

O seu filho trabalha no banco caixa ecônomica federal, e ele é encarregado de abastecer sempre os caixas eletrônicos.
O que acontece nos caixas eletrônicos a máquina não reconhece dinheiro, isto é, não diferencia uma nota de um real de uma de cem e cinquenta, etc...apenas a caixa dos compartimentos, se for o compartimento de um real se colocar notas de cem reais, a máquina libera para os clientes como sendo nota de um real.

E foi isso o que aconteceu em um determinado dia, na correria do dia o servo de Deus colocou no compartimento de um real notas de cem reais, e era na sexta-feira, e acabando o expediente foi embora.

Passou-se o final de semana e na segunda-feira ele conferindo o caixa notou a falta de dez mil reais, e estranhando foi verificar os caixas e para surpresa dele: MILAGRE!

Todos os compartimentos dos caixas existentes no banco estava quase que por vazio, COM EXCEÇÃO UNICAMENTE DO COMPARTIMENTO que ele por engano havia posto notas de cem reais em lugar das notas de um real.

ALELUIAAAAAAAAA. GLÓRIA A DEUS!

E assim livrou o servo de Deus de um prejuízo de 10.000 reais.

Porque o Senhor é guarda de Israel que não dorme e nem tosqueneja. Amém!


Deus vos abençõe!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

HISTÓRIA - MARTINHO LUTERO (1483-1546) - CONHEÇA UM POUCO SOBRE ESSE GRANDE HOMEM.



O grande reformador
(1483-1546)



No cárcere, sentenciado pelo Papa a ser queimado vivo, João Huss disse: "Podem matar o ganso (na sua língua, 'huss' é ganso), mas daqui a cem anos, Deus suscitará um cisne que não poderão queimar".
Enquanto caía a neve, e o vento frio uivava como fera em redor da casa, nasceu esse "cisne", em Eisleben, Ale¬manha. No dia seguinte, o recém-nascido era batizado na Igreja de São Pedro e São Paulo. Sendo o dia de São Martinho, recebeu o nome de Martinho Lutero.
Cento e dois anos depois de João Huss expirar na fo¬gueira, o "cisne" afixou, na porta da Igreja em Wittenberg, as suas noventa e cinco teses contra as indulgências, ato que gerou a Grande Reforma. João Huss enganara-se em apenas dois anos, na sua predição.
Para dar o valor devido à obra de Martinho Lutero, é necessário notar algo das trevas e confusão dos tempos em que nasceu.
Calcula-se que, pelo menos, um milhão de albigenses foram mortos na França, a fim de cumprir a ordem do Pa¬pa, para que esses "hereges" fossem cruelmente extermi¬nados. Wyclif, "a Estrela da Alva da Reforma", traduzira a Bíblia para a língua inglesa. João Huss, discípulo de Wy¬clif, morrera na fogueira, na Boêmia, suplicando ao Senhor que perdoasse aos seus perseguidores. Jerônimo de Praga, companheiro de Huss e também erudito, sofrera o mesmo suplício, cantando hinos, nas chamas, até o último suspi¬ro. João Wessália, notável pregador de Erfurt, fora preso por ensinar que a salvação é pela graça; seu frágil corpo fora metido entre ferros, onde morreu quatro anos antes do nascimento de Lutero. Na Itália, quinze anos depois de Lutero nascer, Savonarola, homem dedicado a Deus e fiel pregador da Palavra, foi enforcado e seu corpo reduzido a cinzas, por ordem da Igreja Romana.
Em tempos assim, nasceu Martinho Lutero. Como muitos dos mais célebres entre os homens, era de família pobre. Dizia ele: "Sou filho de camponeses; meu pai, meu avô e meu bisavô eram verdadeiros camponeses". A isso acrescentava: "Há tanta razão para vangloriarmo-nos de nossa ascendência, quanto há para o Diabo se orgulhar da sua linhagem angélica".
Os pais de Martinho, para vestir, alimentar e educar seus sete filhos, esforçavam-se incansavelmente. O pai tra¬balhava nas minas de cobre; a mãe, além do serviço do¬méstico, trazia lenha às costas, da floresta.
Os pais, não somente se interessavam pelo desenvolvi¬mento físico e intelectual dos filhos, mas também do espi¬ritual. O pai, quando Martinho chegou à idade de com¬preender, ensinou-o a ajoelhar-se ao lado da sua cama, à noite, e rogava a Deus que fizesse o menino lembrar-se do nome de seu Criador (Eclesiastes 12.1)..
A sua mãe era sincera e devota; ensinou seus filhos a considerarem todos os monges como homens santos, e a sentirem todas as transgressões dos regulamentos da igreja como transgressões das leis de Deus. Martinho aprendeu os Dez Mandamentos, o "Pai Nosso", a respeitar a Santa Sé na distante e sagrada Roma, e a olhar, tremendo, para qualquer osso ou fragmento de roupa que tivesse pertencido a algum santo. A base da sua religião formava-se mais em que Deus é um juiz vingativo, do que um amigo de crianças (Mateus 19.13-15). Quando já era adulto, Lutero escreveu: "Estremecia e tornava-me pálido ao ouvir al¬guém mencionar o nome de Cristo, porque fui ensinado a considerá-lo como um juiz encolerizado. Fomos ensinados que devíamos, nós mesmos, fazer propiciação por nossos pecados; que não podemos fazer compensação suficiente por nossa culpa, que é necessário recorrer aos santos nos céus, e clamar a Maria para desviar de nós a ira de Cristo."
O pai de Martinho, satisfeitíssimo pelos trabalhos esco¬lares do filho, na vila onde morava, mandou-o, aos treze anos, para a escola franciscana na cidade de Magdeburgo.
O moço apresentava-se freqüentemente no confessio¬nário, onde o padre lhe impunha penitências e o obrigava a praticar boas obras, para obter a absolvição. Esforçava-se incessantemente para adquirir o favor de Deus, pela pieda¬de, desejo esse que o levou mais tarde à vida de convento.
Para conseguir a sua subsistência em Magdeburgo, Martinho era obrigado a esmolar pelas ruas, cantando can¬ções de porta em porta. Seus pais, achando que em Eisenach passaria melhor, mandaram-no para estudar nessa cidade, onde moravam parentes de sua mãe. Porém esses parentes não o auxiliaram, e o moço continuou a mendigar o pão.
Quando estava a ponto de abandonar os estudos, j)ara trabalhar com as mãos, certa senhora de recursos, D. Ursula Cota, atraída por suas orações na igreja e comovida pela humilde maneira de receber quaisquer restos de comida, na porta, acolheu-o entre a família. Pela primeira vez Lu¬tero sentira fartura. Mais tarde, ele referia-se à cidade de Eisenach como a "cidade bem amada". Quando Lutero se tornou famoso, um dos filhos da família Cota cursava em Wittenberg, onde Lutero o recebeu na sua casa.
Domiciliado na casa da sua extremosa mãe adotiva, D. Ursula, Martinho desenvolveu-se rapidamente, recebendo uma sólida educação. Seu mestre, João Trebunius, era ho¬mem culto e de métodos esmerados. Não maltratava os alunos como os demais mestres. Conta-se que, ao encon¬trar os moços da sua escola, cumprimentava-os tirando o chapéu, porque "ninguém sabia quais seriam dentre eles os doutores, regentes, chanceleres e reis..." O ambiente da escola e no lar era-lhe favorável para produzir um caráter forte e inquebrantável, tão necessário para enfrentar os mais temíveis inimigos de Deus.
Martinho Lutero era mais sóbrio e devoto que os de¬mais rapazes da sua idade. Acerca deste fato, D. Ursula, na hora da morte, disse que Deus tinha abençoado o seu lar grandemente desde o dia em que Lutero entrara em sua casa.
Logo depois, os pais de Martinho alcançaram certa abastança. O pai alugou um forno para fundição de cobre e depois passou a possuir mais dois. Foi eleito vereador na sua cidade e começou a fazer planos para educar seus fi¬lhos. Mas Martinho nunca se envergonhou dos dias da sua provação e miséria; antes reconhecia que fora a mão de Deus dirigindo-o e qualificando-o para a sua grande obra.
- Como poderia alguém, depois de homem feito, encarar fiel e destacadamente as vicissitudes da vida, se não aprendesse por experiência enquanto era jovem?
Aos dezoito anos, Martinho ansiava estudar numa uni¬versidade. Seu pai, reconhecendo a idoneidade do filho, enviou-o a Erfurt, o centro intelectual do país, onde cursa¬vam mais de mil estudantes. O moço estudou com tanto afinco que, no fim do terceiro semestre, obteve o grau de bacharel em filosofia. Com a idade de vinte e um anos, al¬cançou o segundo grau acadêmico e o de doutor em filoso¬fia. Os estudantes, professores e autoridades prestaram-lhe significativa homenagem.
Havia dentro dos muros de Erfurt, cem prédios que pertenciam à igreja, inclusive oito conventos. Havia, tam¬bém uma importante biblioteca, que pertencia à universi¬dade, e aí Lutero passava todo o tempo de que podia dis¬por. Sempre suplicava fervorosamente a Deus que o aben¬çoasse nos estudos. Dizia ele: "Orar bem é a melhor parte dos estudos." Acerca dele escreveu certo colega: "Cada manhã ele precede seus estudos com uma visita à igreja e uma prece a Deus".Seu pai, desejoso de que seu filho se formasse em direi¬to e se tornasse célebre, comprou-lhe a caríssima obra: "Corpus Juris".
Mas a alma de Lutero suspirava por Deus, acima de to¬das as coisas. Vários acontecimentos influenciaram-no a entrar para a vida monástica, passo que entristeceu pro¬fundamente seu pai e horrorizou seus companheiros de universidade.
Primeiro, achou na biblioteca o maravilhoso Livro dos livros, a Bíblia completa, em latim. Até aquela ocasião, supunha que as pequenas porções escolhidas pela igreja para serem lidas aos domingos, constituíssem o todo da Palavra de Deus. Depois de uma longa leitura, exclamou: "Oh! se a Providência me desse um livro como este, só para mim!" Continuando a ler as Escrituras, o seu coração começou a perceber a luz, e a sua alma a sentir ainda mais sede de Deus.
A essa altura, quando se bacharelou, os estudos custa¬ram-lhe uma doença que o levou às portas da morte. As¬sim, a fome pela Palavra de Deus ficou ainda mais enrai¬zada no coração de Lutero. Algum tempo depois da sua doença, em viagem para visitar a família, sofreu um golpe de espada, e duas vezes quase morreu antes de um cirur¬gião conseguir pensar-lhe a ferida. Para Lutero, a salvação da sua alma ultrapassava qualquer outro anelo.
Certo dia, um de seus íntimos amigos na Universidade foi assassinado. "Ah!" exclamou Lutero, horrorizado, "o que seria de mim se eu tivesse sido chamado desta para a outra vida tão inopinadamente!"
Mas, de todos esses acontecimentos, o que mais o aba¬lou em espírito, foi o que experimentou durante uma terrí¬vel tempestade, quando voltava de visitar seus pais. Não havia abrigo próximo. Os céus estavam em brasa, os raios rasgavam as nuvens a cada instante. De repente um raio caiu ao seu lado. Lutero, tomado de grande susto, e sentin¬do-se perto do Inferno, prostrou-se gritando: "Sant'Ana, salva-me e tornar-me-ei monge!"
Lutero chamava a esse incidente "A minha estrada, ca¬minho de Damasco" e não tardou em cumprir a sua pro¬messa feita a Sant'Ana. Convidou então os seus colegas para cearem com ele. Depois da refeição, enquanto eles se divertiam com palestras e música, repentinamente anun¬ciou-lhes que dali em diante poderiam considerá-lo como morto, pois ia entrar para o convento. Debalde os seus companheiros procuraram dissuadi-lo do seu plano. Na es¬curidão da mesma noite, o moço, antes de completar vinte e dois anos, dirigiu-se ao convento dos agostinianos e ba¬teu. A porta abriu-se e Lutero entrou. O professor admira¬do e festejado, a glória da universidade, aquele que passara os dias e as noites curvado sobre os livros, tornara-se irmão agostiniano!
O mosteiro dos agostinianos era o melhor dos claustros de Erfurt. Seus monges eram os pregadores da cidade, esti¬mados por suas obras entre os pobres e oprimidos. Nunca houve um monge naquele convento mais submisso, mais devoto, mais piedoso, do que Martinho Lutero. Submetia-se aos serviços mais humildes, como o de porteiro, coveiro, varredor da igreja e das celas dos monges. Não recusava mendigar o pão cotidiano para o convento, nas ruas de Er¬furt.
Durante o ano de noviciado, antes de Lutero ser feito monge, os seus amigos fizeram tudo para dissuadi-lo de confirmar esse passo. Os companheiros, que convidara para cearem com ele, quando anunciou a sua intenção de ser monge, ficaram no portão do convento dois dias, espe¬rando que ele voltasse. Seu pai, vendo que seus rogos eram inúteis e que todos os seus anelantes planos acerca do filho iam fracassar, quase enlouqueceu.
Assim se justificou Lutero: "Fiz a promessa a Sant'A¬na, para salvar a minha alma. Entrei para o convento e aceitei esse estado espiritual somente para servir a Deus e ser-lhe agradável durante a eternidade."
Quão grande, porém, era a sua ilusão. Depois de procu¬rar crucificar a carne pelos jejuns prolongados, pelas priva¬ções mais severas, e com vigílias sem conta, achou que, embora encarcerado na sua cela, tinha ainda de lutar con¬tra os maus pensamentos. A sua alma clamava: "Dá-me santidade ou morro por toda a eternidade; leva-me ao rio de água pura e não a estes mananciais de águas poluídas; traze-me as águas da vida que saem do trono de Deus!"Certo dia Lutero achou, na biblioteca do convento, uma velha Bíblia latina, presa à mesa por uma cadeia. Achara, enfim, um tesouro infinitamente maior que todos os tesouros literários do convento. Ficou tão embevecido que, durante semanas inteiras, deixou de repetir as orações diurnas da ordem. Então, despertado pelas vozes da sua consciência, arrependeu-se da sua negligência: era tanto o remorso, que não podia dormir. Apressou-se a reparar o seu erro: fê-lo com tanto anseio que não se lembrava de ali¬mentar-se.
Então, enfraquecidíssimo por tantos jejuns e vigílias, sentiu-se oprimido pelas apreensões até perder os sentidos e cair por terra. Aí os outros monges o acharam, admirados novamente de sua excepcional piedade! Lutero somente voltou a si depois de um grupo de coristas o haver rodeado, cantando. A suave harmonia penetrou-lhe o coração e des¬pertou o seu espírito. Porém ainda assim lhe faltava a paz perpétua para a alma; ainda não havia ouvido cantar o coro celestial: "Glória a Deus nas maiores alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!"
Nessa altura, o vigário geral da ordem agostiniana, Staupitz, visitou o convento. Era homem de grande discer¬nimento, e devoção enraizada; compreendeu logo o proble¬ma do jovem monge; ofereceu-lhe uma Bíblia na qual Lu¬tero leu que "o justo viverá da fé". Por quanto tempo tinha ele anelado: "Oh! se Deus me desse um livro destes só para mim!" - e agora o possuía!
Na leitura da Bíblia achou grande consolação, mas a obra não podia completar-se em um dia. Ficou mais deter¬minado do que nunca a alcançar paz para a sua alma, na vida monástica, jejuando e passando noites a fio sem dor¬mir. Gravemente enfermo, exclamou: "Os meus pecados! Os meus pecados!" Apesar da sua vida ter sido livre de manchas, como ele afirmava e outros testificavam, sentia sua culpa perante Deus, até que um velho monge lhe lembrou uma palavra do Credo: "Creio na remissão dos pecados". Viu então que Deus não somente perdoara os pe¬cados de Daniel e de Simão Pedro, mas também os seus.
Pouco tempo depois destes acontecimentos, Lutero foi ordenado padre. A primeira missa que celebrou foi um grande evento. O pai, irreconciliável, desde o dia em que o filho abandonara os estudos de advocacia até aquela oca¬sião, assistiu à primeira missa, vindo a cavalo de Mans¬field, com uma boa oferta para o convento, acompanhado por vinte e cinco amigos.
Depois de completar vinte e cinco anos de idade, Lutero foi nomeado para a cadeira de filosofia em Wittenberg, para onde se mudou para viver no convento da sua ordem. Porém a sua alma anelava pela Palavra de Deus, e pelo co¬nhecimento de Cristo. No meio das ocupações do professorado, dedicou-se ao estudo das Escrituras e no primeiro ano conquistou o grau de baccalaureus ad bíblia. Sua alma ardia com o fogo dos céus; de todas as partes acorriam mul¬tidões para ouvir os seus discursos, os quais fluíam abun¬dante e vivamente do seu coração, sobre as maravilhosas verdades reveladas nas Escrituras. Um dos mais afamados professores de Leipzig, conhecido como a "Luz do Mun¬do", disse: "Este frade há de envergonhar todos os douto¬res; há de propalar uma doutrina nova e reformar toda a igreja, porque ele se baseia na Palavra de Cristo, Palavra à qual ninguém no mundo pode resistir, e que ninguém pode refutar, mesmo atacando-a com todas as armas da filoso¬fia.
Um dos pontos iluminantes da biografia de Lutero é a sua visita a Roma. Surgiu uma disputa renhida entre sete conventos dos agostinianos e decidiram deixar os pontos de dissidência para o Papa resolver. Lutero, sendo o ho¬mem mais hábil, mais eloqüente e altamente apreciado e respeitado por todos que o conheciam, foi escolhido para representar o seu convento em Roma.
Fez a viagem a pé, acompanhado de outro monge. Nes¬se tempo Lutero ainda continuava a dedicar-se fiel e intei¬ramente à Igreja Romana. Quando, por fim, chegaram ao ponto da estrada onde se avistava a famosa cidade, Lutero caiu em terra e exclamou: "Saúdo-te, santa cidade!"
Os dois monges passaram um mês em Roma, visitando os vários santuários e os lugares de peregrinação. Lutero celebrou missa dez vezes. Lastimou, ao mesmo tempo, que seus pais ainda não tivessem morrido a fim de poder resga¬tá-los do Purgatório! Um dia, subindo a Santa Escada de joelhos, desejando a indulgência que o chefe da igreja pro¬metia por esse ato, ressoaram nos seus ouvidos como voz de trovão, as palavras de Deus: "O justo viverá da fé". Lutero ergueu-se e saiu envergonhado.
Depois da corrupção generalizada que viu em Roma, a sua alma aderiu à Bíblia mais que nunca. Ao chegar nova¬mente ao seu convento, o vigário geral insistiu em que des¬se os passos necessários para obter o título de doutor, com o qual teria o direito de pregar. Lutero, porém, reconhe¬cendo a grande responsabilidade perante Deus e não que¬rendo ceder, disse: "Não é de pouca importância que o ho¬mem fale em lugar de Deus... Ah! Sr. Dr., fazendo isto, me tirais a vida; não resistirei mais que três meses." O vigário geral respondeu-lhe: "Seja assim, em nome de Deus, pois o Senhor Deus também necessita nos céus de homens dedi¬cados e hábeis".
O coração de Lutero, elevado à dignidade de doutor em teologia, abrasava-se ainda mais do desejo de conhecer as Sagradas Escrituras e foi nomeado pregador da cidade de Wittenberg. Os livros que estudou e as margens cheias de anotações que escreveu em letras miúdas, servem aos eru¬ditos atuais como exemplo de como cuidadosa e minucio¬samente estudava tudo em ordem.
Acerca da grande transformação da sua vida, nesse tempo, ele mesmo escreve: "Desejando ardentemente compreender as palavras de Paulo, comecei o estudo da Epístola aos Romanos. Porém, logo no primeiro capítulo consta que a justiça de Deus se revela no Evangelho (vv. 16,17). Eu detestava as palavras: a justiça de Deus, por¬que, conforme fui ensinado, eu a considerava como um atributo do Deus santo que o leva a castigar os pecadores. Apesar de viver irrepreensivelmente, como monge, a cons¬ciência perturbada me mostrava que era pecador perante Deus. Assim odiava a um Deus justo, que castiga os peca¬dores... Senti-me ferido de consciência, revoltado intima¬mente, contudo voltava sempre para o mesmo versículo, porque queria saber o que Paulo ensinava. Contudo, de¬pois de meditar sobre esse ponto durante muitos dias e noi¬tes, Deus, na sua graça, me mostrou a palavra: 'O justo vi¬verá da fé.' Vi então que a justiça de Deus, nesta passagem, é a justiça que o homem piedoso recebe de Deus pela fé, como dádiva."
A alma de Lutero dessa forma saiu da escravidão; ele mesmo escreveu assim: "Então me achei recém-nascido e no Paraíso. Todas as Escrituras tinham para mim outro aspecto; perscrutava-as para ver tudo quanto ensinam sobre a 'justiça de Deus'. Antes, estas palavras eram-me detestáveis; agora as recebo com o mais intenso amor. A passagem me servia como a porta do Paraíso."
Depois dessa experiência, pregava diariamente; em certas ocasiões, pregava até três vezes ao dia, conforme ele mesmo conta: "O que o pasto é para o rebanho, a casa para o homem, o ninho para o passarinho, a penha para a cabra rnontês, o arroio para o peixe, a Bíblia é para as almas fiéis. " A luz do Evangelho, por fim, tomara o lugar das tre¬vas e a alma de Lutero abrasava por conduzir os seus ou¬vintes ao Cordeiro de Deus, que tira todo o pecado.
Lutero levou o povo a considerar a verdadeira religião, não como uma mera profissão, ou sistema de doutrinas, mas como vida em Deus. A oração não era mais um exercí¬cio sem sentido, mas o contato do coração com Deus que cuida de nós com um amor indizível. Nos seus sermões, Deus revelou o seu próprio coração a milhares de ouvintes, por meio do coração de Lutero.
Convidado a pregar durante uma convenção dos agostinianos, não deu uma mensagem doutrinai de sabedoria humana, como se esperava, mas fez um discurso ardente contra a língua maldizente dos monges. Os agostinianos, levados pela mensagem, elegeram-no diretor sobre onze conventos!
Lutero não somente pregava a virtude, mas praticava-a, amando verdadeiramente o próximo. Nesse tempo, a peste vinda do Oriente, visitou Wittenberg. Calcula-se que a quarta parte do povo da Europa, inclusive a metade da população alemã, foi ceifada pela morte. Quando professo¬res e estudantes fugiram da cidade, instaram que Lutero fugisse também, porém ele respondeu: - "Para onde hei de fugir? O meu lugar é aqui: o dever não me permite ausen¬tar-me do meu posto até que Aquele que me mandou para aqui me chame. Não que eu deixe de temer a morte, mas espero que o Senhor me dê ânimo". Assim ele ministrava à alma e ao corpo do próximo durante um tempo de aflição e de angústia.
A fama do jovem monge espalhou-se ate longe. Entre¬tanto, sem o reconhecer, enquanto trabalhava incansavel¬mente para a igreja, já havia deixado o rumo liberal que ela seguia em doutrina e prática.
Em outubro de 1517, Lutero afixou à porta da Igreja do Castelo em Wittenberg, as suas 95 teses, o teor das quais é que Cristo requer o arrependimento e a tristeza pelo peca¬do e não a penitência. Lutero afixou as teses ou proposi¬ções para um debate público, na porta da igreja, como era costume nesse tempo. Mas as teses, escritas em latim, fo¬ram logo traduzidas em alemão, holandês e espanhol. An¬tes de decorrido um mês, para surpresa de Lutero, já esta¬vam na Itália, fazendo estremecer os alicerces do velho edifício de Roma. Foi desse ato de afixar as 95 teses da Igreja de Wittenberg, que nasceu a Reforma, isto é, que to¬mou forma o grande movimento de almas que em todo o mundo ansiavam voltar para a fonte pura, a Palavra de Deus. Contudo Lutero não atacara a Igreja Romana, mas antes, pensou fazer a defesa do Papa contra os vendedores de indulgências.
Em agosto de 1518, Lutero foi chamado a Roma para responder a uma denúncia de heresia. Contudo, o eleitor Frederico não consentiu que fosse levado para fora do país; assim Lutero foi intimado a apresentar-se em Augsburgo. "Eles te queimarão vivo", insistiram seus amigos. Lu¬tero, porém, respondeu resolutamente: "Se Deus sustenta a causa, ela será sustentada".
A ordem do núncio do Papa em Augsburgo foi: "Retra¬te-se ou não voltará daqui". Contudo Lutero conseguiu fu¬gir, passando por uma pequena cancela no muro da cida¬de, na escuridão da noite. Ao chegar de novo em Witten¬berg, um ano depois de afixar as teses, era o homem mais popular em toda a Alemanha. Não havia jornais nesse tempo, mas fluíam da pena de Lutero respostas a todos os seus críticos para serem publicadas em folhetos. O que es¬creveu dessa forma, hoje seriam cem volumes.
O célebre Erasmo, da Holanda, assim escreveu a Lute¬ro: "Seus livros estão despertando todo o país... Os mais eminentes da Inglaterra gostam de seus escritos..."
Quando a bula de excomunhão, enviada pelo Papa, chegou em Wittenberg, Lutero respondeu com um tratado dirigido ao Papa Leão X, exortando-o, no nome do Senhor, a que se arrependesse. A bula do Papa foi queimada fora do muro da cidade de Wittenberg, perante grande ajunta¬mento do povo. Assim escreveu Lutero ao vigário geral: "No momento de queimar a bula, estava tremendo e oran¬do, mas agora estou satisfeito de ter praticado este ato enérgico". Lutero não esperou até que o Papa o excomun¬gasse, mas deu logo o pulo da Igreja Romana para a Igreja do Deus vivo.
Porém, o imperador Carlos V, que ia convocar sua pri¬meira Dieta na cidade de Worms, queria que Lutero com¬parecesse para responder, pessoalmente, aos seus acusado¬res. Os amigos de Lutero insistiam em que recusasse ir. -Não fora João Huss entregue a Roma para ser queimado, apesar da garantia de vida da parte do imperador?! Mas em resposta a todos que se esforçavam por dissuadi-lo de comparecer perante seus terríveis inimigos, Lutero, fiel à chamada de Deus, respondeu: "Ainda que haja em Worms, tantos demônios quantas sejam as telhas nos te¬lhados, confiando em Deus, eu aí entrarei". Depois de dar ordens acerca do trabalho, no caso de ele não voltar, par¬tiu.
Na sua viagem para Worms, o povo afluía em massa para ver o grande homem que teve coragem de desafiar a autoridade do Papa. Em Mora, pregou ao ar livre, porque as igrejas não mais comportavam as multidões que que¬riam ouvir seus sermões. Ao avistar as torres das igrejas de Worms, levantou-se na carroça em que viajava e cantou o seu hino, o mais famoso da Reforma: "Ein Feste Berg", isto é: ''Castelo forte é nosso Deus". Ao entrar, por fim, na cidade, estava acompanhado de uma multidão de povo muito maior do que a que fora ao encontro de Carlos V. No dia seguinte foi levado perante o imperador, ao lado do qual se achavam o delegado do Papa, seis eleitores do im¬pério, vinte e cinco duques, oito margraves, trinta cardeais e bispos, sete embaixadores, os deputados de dez cidades e grande número de príncipes, condes e barões.
É fácil imaginar que o reformador era um homem de grande coragem e de físico forte para enfrentar tantas feras que ansiavam despedaçar-lhe o corpo. A verdade é que passara uma grande parte da vida afastado dos homens e, mais ainda, achava-se fraco da viagem, na qual foi neces¬sário que um médico o atendesse. Entretanto mostrou-se corajoso, não na sua própria força, mas no poder de Deus.
Sabendo que tinha de comparecer perante uma das mais imponentes assembléias de autoridades religiosas e civis de todos os tempos, Lutero passou a noite anterior de vigília. Prostrado com o rosto em terra, lutou com Deus, chorando e suplicando. Um dos seus amigos ouviu-o orar assim: "Oh! Deus todo-poderoso! a carne é fraca, o Diabo é forte! Ah! Deus, meu Deus, que perto de mim estejas con¬tra a razão e a sabedoria do mundo! Fá-lo, pois somente tu o podes fazer. Não é a minha causa, mas sim a tua. - Que tenho eu com os grandes da terra? É a tua causa, Senhor, a tua justa e eterna causa. Salva-me, oh! Deus fiel! Somente em ti confio, oh! Deus! meu Deus... vem, estou pronto a dar, como um cordeiro, a minha vida. O mundo não conse¬guirá prender a minha consciência, ainda que esteja cheio de demônios, e, se o meu corpo tem de ser destruído, a mi¬nha alma te pertence, e estará contigo eternamente..."
Conta-se que, no dia seguinte, na ocasião de Lutero transpor a porta para comparecer perante a Dieta, o vete¬rano general Freudsburgo, colocou a mão no ombro do Re¬formador e disse-lhe: "Pequeno monge, vais a um encontro diferente, que eu ou qualquer outro capitão jamais experi¬mentamos, mesmo nas nossas conquistas mais ensangüen¬tadas. Contudo, se a causa é justa, e sabes que o é, avança no nome de Deus, e não temas nada! Deus não te abando¬nará" - O grande general não sabia que Martinho Lutero vencera a batalha em oração e que entrava somente para declarar-lhes que a havia vencido de maiores inimigos.
Quando o núncio do papa exigiu de Lutero, perante a augusta assembléia, que se retratasse, ele respondeu: "Se não me refutardes pelo testemunho das Escrituras ou por argumentos - desde que não creio somente nos papas e nos concílios, por ser evidente que já muitas vezes se engana¬ram e se contradisseram uns aos outros - a minha cons¬ciência tem de ficar submissa à Palavra de Deus. Não pos¬so retratar-me, nem me retratarei de qualquer coisa, pois não é justo nem seguro agir contra a consciência. Deus me ajude! Amém."
De volta ao seu aposento, Lutero levantou as mãos ao Céu e exclamou com o rosto todo iluminado: "Está cum¬prido! Está cumprido! Se eu tivesse mil cabeças, preferiria que todas fossem decepadas antes de me retratar".
A cidade de Worms, ao receber as notícias da ousada resposta de Lutero ao núncio do papa, alvoroçou-se. As pa¬lavras do reformador foram publicadas e espalhadas entre o povo que afluiu para honrá-lo.
Apesar de os papistas não conseguirem influenciar o imperador a violar o salvo-conduto, para que pudessem queimar numa fogueira o assim chamado herege, Lutero teve de enfrentar outro grave problema. O edito de exco¬munhão entraria imediatamente em vigor; Lutero por cau¬sa da excomunhão, era criminoso e, ao findar o prazo do seu salvo-conduto, devia ser entregue ao imperador; todos os seus livros deviam ser apreendidos e queimados; o ato de ajudá-lo em qualquer maneira era crime capital.
Mas para Deus é fácil cuidar dos seus filhos. Lutero, re¬gressando a Wittenberg, foi repentinamente rodeado num bosque por um bando de cavaleiros mascarados que, de¬pois de despedirem as pessoas que o acompanhavam, con¬duziram-no, alta noite, ao castelo de Wartburgo, perto de Eisenach. Isto foi um estratagema do príncipe de Saxônia para salvar Lutero dos inimigos que planejavam assassiná-lo antes de chegar a casa.
No castelo, Lutero passou muitos meses disfarçado; to¬mou o nome de cavaleiro Jorge e o mundo o considerava morto. Fiéis servos de Deus oravam dia e noite pelo refor¬mador. As palavras do pintor Alberto Durer, exprimem o sentimento do povo: - "Oh! Deus! se Lutero fosse morto, quem agora nos exporia o Evangelho?"
Contudo, no seu retiro, livre dos inimigos, foi-lhe con¬cedida a liberdade de escrever, e o mundo logo soube, pela grande quantidade de literatura, que essa obra saía da sua pena e que, de fato, Lutero vivia. O reformador conhecia bem o hebraico e o grego e em três meses tinha vertido todo o Novo Testamento para o alemão - em poucos meses mais a obra estava impressa e nas mãos do povo. Cem mil exem¬plares foram vendidos, em quarenta anos, além das cin¬qüenta e duas edições impressas em outras cidades. Era circulação imensa para aquele tempo, mas Lutero não aceitou um centavo de direitos.
A maior obra de toda a sua vida, sem dúvida, fora a de dar ao povo alemão a Bíblia na sua própria língua - depois de voltar a Wittenberg. Já havia outras traduções, mas es¬critas em uma forma de alemão latinizado que o povo não compreendia. A língua alemã desse tempo era um agrega¬do de dialetos, mas Lutero, ao traduzir a Bíblia, deu ao povo a língua que serviu depois a homens como Goethe e Schiler para escreverem as suas obras. O seu êxito em tra¬duzir as Sagradas Escrituras para o uso dos mais humil¬des, verifica-se no fato de que, depois de quatro séculos, a sua tradução permanece como a principal.
Outra coisa que contribuiu para o êxito da tradução de Lutero, é que ele era erudito em hebraico e grego e tradu¬ziu direto das línguas originais. Contudo, o valor da sua obra não se baseia tão-somente sobre seus indiscutíveis do¬tes literários. O que lhe deu realidade é que ele conhecia a Bíblia, como ninguém podia conhecê-la, sem primeiro sen¬tir a angústia eterna e achar nas Escrituras a verdadeira e profunda consolação. Lutero conhecia intimamente e amava sinceramente o autor do Livro. O resultado foi que o seu coração abrasou-se com o fogo e poder do Espírito Santo. Foi esse o segredo de ele traduzir tudo para o ale¬mão em tão pouco tempo.
Como todo mundo sabe, a fortaleza de Lutero e da Re¬forma foi a Bíblia. Escreveu de Wartburgo para o seu povo em Wittenberg: "Jamais em todo o mundo se escreveu um livro mais fácil de compreender do que a Bíblia. Compara¬da aos outros livros, é como o sol em contraste com todas as demais luzes. Não vos deixeis levar a abandoná-la sob qualquer pretexto da parte deles. Se vos afastardes dela por um momento, tudo estará perdido; podem levar-vos para onde quer que desejem. Se permanecerdes com as Es¬crituras, sereis vitoriosos."
Depois de abandonar o hábito de monge, Lutero resol¬veu deixar por completo a vida monástica, casando-se com Catarina von Bora, freira que também saíra do claustro, por ver que tal vida é contra a vontade de Deus. O vulto de Lutero sentado ao lume, com a esposa e seis filhos que amava ternamente, inspira os homens mais que o grande herói ao apresentar-se perante o legado em Augsburgo.
Nos cultos domésticos, a família rodeava um harmô¬nio, com o qual louvavam a Deus juntos; o reformador lia o Livro que traduzira para o povo e depois louvavam a Deus e oravam até sentirem a presença divina entre eles.
Havia entre Lutero e sua esposa profundo amor de um para com o outro. São de Lutero estas palavras: "Sou rico, Deus me deu a minha freira e três filhos; não me importo das dívidas: Catarina paga tudo." Catarina von Bora era estimada por todos. Alguns, de fato, censuravam-na por¬que era demasiado econômica; mas que teria acontecido a Martinho Lutero e à família se ela tivesse feito como ele? Dizia-se que ele, aproveitando-se da doença dela, cedeu o seu prato de comida a certo estudante que estava com fo¬me. Não aceitava um kreuzer dos seus alunos e recusava vender seus escritos, deixando todo o lucro para os tipógra¬fos.
Nas suas meditações sobre as Escrituras, muitas vezes se esquecia das refeições. Ao escrever o comentário sobre o Salmo 23, passou três dias no quarto comendo somente pão e sal. Quando a esposa chamou um serralheiro e quebraram a fechadura, acharam-no escrevendo, mergu¬lhado em pensamentos e esquecido de tudo em redor.
É difícil concebermos a magnitude das coisas que deve¬mos atualmente a Martinho Lutero. O grande passo que deu para que o povo ficasse livre para servir a Deus, como Ele mesmo ensina, está além da nossa compreensão. Era grande músico e escreveu alguns dos hinos mais espirituais cantados atualmente. Compilou o primeiro hinário e inau¬gurou o costume de todos os assistentes aos cultos canta¬rem juntos. Insistiu em que não somente os do sexo mascu¬lino, mas também os do feminino fossem instruídos, tornando-se, assim, o pai das escolas públicas. Antes dele, o sermão nos cultos era de pouca importância. Mas Lutero fez do sermão a parte principal do culto. Ele mesmo serviu de exemplo para acentuar esse costume: era pregador de grande porte. Considerava-se como sendo nada; a mensa¬gem saía-lhe do íntimo do coração: o povo sentia a presen¬ça de Deus. Em Zwiekau pregou a um auditório de 25 mil pessoas na praça pública. Calcula-se que escreveu 180 vo¬lumes na língua materna e quase um número igual no la¬tim. Apesar de sofrer de várias doenças, sempre se esforça¬va dizendo: "Se eu morrer na cama será uma vergonha para o papa."
Os homens geralmente querem atribuir o grande êxito de Lutero à sua extraordinária inteligência e aos seus des¬tacados dons. O fato é que Lutero também tinha o costume de orar horas a fio. Dizia que se não passasse duas horas de manhã orando, recearia que Satanás ganhasse a vitória sobre ele durante o dia. Certo biógrafo seu escreveu: "O tempo que ele passa em oração, produz o tempo para tudo que faz. O tempo que passa com a Palavra vivificante en¬che o coração até transbordar em sermões, correspondên¬cia e ensinamentos".
A sua esposa disse que as orações de Lutero "eram", às vezes, como os pedidos insistentes do seu filhinho Hanschen, confiando na bondade de seu pai; outras vezes, eram como a luta de um gigante na angústia do combate".
Encontra-se o seguinte na História da Igreja Cristã, por Souer, Vol. 3, pág. 406: "Martinho Lutero profetizava, evangelizava, falava línguas e interpretava; revestido de todos os dons do Espírito".
Nos seus sessenta e dois anos pregou seu último sermão sobre o texto: "Ocultaste estas coisas aos sábios e entendi¬dos e as revelaste aos pequeninos". No mesmo dia escreveu para a sua querida Catarina: "Lança o teu cuidado sobre o Senhor, e Ele te susterá. Amém". Isso foi na última carta que escreveu. Vivia sempre esperando que o papa conse¬guisse executar a repetida ameaça de queimá-lo vivo. Con¬tudo não era essa a vontade de Deus: Cristo o chamou en¬quanto sofria dum ataque do coração, em Eisleben, cidade onde nascera.São estas as últimas palavras de Lutero: "Vou render o espírito". Então louvou a Deus em alta voz: "Oh! meu Pai celeste! meu Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, em quem creio e a quem preguei e confessei, amei e louvei! Oh! meu querido Senhor Jesus Cristo, encomendo-te a mi¬nha pobre alma. Oh! meu Pai celeste! em breve tenho de deixar este corpo, mas sei que ficarei eternamente contigo e que ninguém me pode arrebatar das tuas mãos". Então, depois de recitar João 3.16 três vezes, repetiu as palavras: "Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito, pois tu me resgataste, Deus fiel". Assim fechou os olhos e adormeceu.
Um imenso cortejo de crentes que o amavam ardente¬mente, com cinqüenta cavaleiros à frente, saiu de Eisleben para Wittenberg; passando pela porta da cidade onde o re¬formador queimara a bula de excomunhão, entrou pelas portas da igreja onde, há vinte e nove anos, afixara suas 95 teses. No culto fúnebre, Bugenhangen, o pastor, e Melancton, inseparável companheiro de Lutero, discursaram. De¬pois abriram a sepultura, preparada ao lado do púlpito, e ali depositaram o corpo.
Quatorze anos depois, o corpo de Melancton achou des¬canso do outro lado do púlpito. Em redor dos dois, jazem os restos mortais de mais de noventa mestres da universi¬dade.
As portas da Igreja do Castelo, destruídas pelo fogo no bombardeio de Wittenberg em 1760, foram substituídas por portas de bronze em 1812, nas quais estão gravadas as 95 teses. Contudo, este homem que perseverou em oração, deixou gravadas, não no metal que perece, mas em cente¬nas de milhões de almas imortais, a Palavra de Deus que dará fruto para toda a eternidade.

TESTEMUNHO - ( IR. NANDINHO ) - DEUS OPERA DE VÁRIAS MANEIRAS NA VIDA DOS SEUS!!


Sábado ( 30/05/2010 ) o Senhor nos deu a graça de receber nosso ir. Nandinho em nossa comum congregação, um servo de Deus que obedeceu a Deus em sua mocidade, tenho hoje 55 anos de caminho na graça do Senhor Jesus, foi auxiliar de jovens ainda no tempo em que as irmãs atendiam o cultos de jovens de menores, sendo auxiliar da cara serva de Deus irmã Julieta

O tempo passou casou-se e depois de 2 anos o Senhor o levantou para cooperador de jovens, e muito o Senhor o abençoou muito, tendo exercito o cargo de cooperador de jovens por 23,5 anos.

E num dos cultos muito abençoado, uma mocidade fervorosa, terminava a reunião o Senhor dava a dispensação da promessa em evidências de novas línguas, e nesse dia a glória do Senhor tomou novamente o culto e derramava o dom sobre a mocidade, e eles foram tudo pra frente do púlpito e não iam embora, então o ir. Nandinho resolveu chamá-lo para agradecer a Deus e dispensar a mocidade, mas foi a mesma coisa de COLOCAR GASOLINA NO FOGO!

A virtude de Deus tomou essa mocidade, o alarido do Rei da glória manifestou no meio do arraial e o ir. Nandinho vendo aquilo pensou agora seja o que Deus quiser! Ao levantar da oração aconteceu algo que o marcou para sempre.
Todos ao seu redor manifestando a linguagem, veio a auxiliar de jovens trazendo uma criança pelo braço e ela chorava muito, e o ir Nandinho perguntou: O que está acontecendo irmã Marilda? E ela respondeu que a criança estava muito triste e era para ele saudá-la!
O ir. Nandinho perguntou a criança o porque dela está triste e chorando?
A criança respondeu chorando que era porque queria falar que nem a mocidade estava falando!
O ir. Nandinho com todo carinho e o coração contristado pela garotinha disse que não era ele que dava o dom mas o Senhor. E falou para a auxiliar levá-la no cantinho para ver se Deus se comprazia em pelo menos fazê-la sentir a virtude.

E saiu para saudar a mocidade, qdo menos espera a auxiliar cutucando-o e falou a ele que nem havia dado 3 passos para retirar-se com a criança Deus a selou com a promessa de evidências de novas línguas e era para ele agora falar com ela, não em português mas pelo dom.
Assim ela saúda-a e ela falava em linguas e ele respondia,a glória tomou o lugar mais ainda!
E o Senhor falou pra ele:
- ESSA CRIANÇA QUE BATIZEI COM A PROMESSA VAI SERR TUA NORA!

E assim ele guardou no coração e esperou, nesse tempo seu filho tbm era criança e tocava violino nas reuniões de jovens.

O tempo passou, eles cresceram e um dia seu filho chegou a ele [ hoje ele é cooperador ] e disse para seu pai que estava namorando, e qdo seu pai perguntou ele disse que era com a filha do ir.Zé Videira, e o irmão naquela ansiedade perguntou qual delas?
O filho respondeu que era a Nicinha. ALELUIAAAA!
O ir. Nandinho case cai, e ficou com aquela vontade de gritar louvando a Deus, mas ficou firme. Aconselhou o filho e deixou-o, sem condições nenhuma Deus preparou um belo casamento para seu filho, e ao terminar o casamento foi cumprimentar a noiva sua nora, e ao cumprimentar a virtude os tomou e a mesma linguagem da qual ela foi selada qdo criança na reunião de jovens, tornou manifestar novamente.

ALELUIAAAA........GLÓRIAAAA A DEUS!

Deus é fiel ao que promete, então fica firme e ao tempo Deus tudo se cumprirá e tão somente não desfalecerdes na fé!

AMÉM. LOUVADO SEJA DEUS!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

OBRA CONTADA POR WALDIMIR ( S.J. do Rio Preto/SP ) COMO O SENHOR CHAMOU-ME EM SUA GRAÇA...






Nunca aceitei os dogmas que minha família aceitava através do catolicismo romano e sempre desejei algo diferente, mais dinâmico, mais profundo e sábio. Sentia um vazio em meu coração e no meu íntimo sempre pedia ao Deus Vivo pai do Senhor Jesus, que gostaria de servi-Lo, mas como eu não sabia encontrá-lo, que Ele viesse ao meu encontro.
Iniciei estudos pela Ordem Rosacruz - Amorc e no ano de 1981 já tinha estudado os primeiros 3 graus daquela ciência egípcia.
Tive uma experiência enquanto dormia, e acordei muito assustado, pois me ocorreu o seguinte:
Sonhei que estava subindo os primeiros degraus de uma escadaria e acordei.
Passados alguns dias, sonhei novamente que já estava no meio daquela escadaria e subindo o último degrau já podia andar sobre aquele piso amplo, na direção de um grande portal e deparei com um varão vestido com uma túnica branca, um turbante branco em Sua cabeça e vinha em minha direção, tendo saído detrás de uma grande coluna/pilastra de sustentação daquela construção, estendeu-me sua mão direita e ao apertá-la, sorriu-me com um sorriso fraternal e apesar de nunca tê-lo visto, abri a boca e falei para Ele: Você aqui, Zacur? Ele manifestou um discreto sorriso de alegria.
Apontou para um grande portal de entrada a sua esquerda, estendeu-me sua mão direita e sinalizou que eu entrasse.
Entrei, e deparei com um lugar muito amplo, muitos bancos, grandes corredores e do meu lado direito, via muitos homens que estavam sentados e a minha esquerda muitas outras pessoas, mas não conseguia distingui-las direito (irmãs).
Continuei entrando naquele lugar, caminhando pelo corredor central e à minha frente deparei com uma grande porta, muito alta.
Várias pessoas simplesmente passavam por ela, parecia que era formada de um resistente vidro cristalino, muito transparente, mas o vidro ao mesmo tempo parecia não ser sólido, material, parecia ao mesmo tempo tornar-se como uma névoa.
Levei a mão na direção da porta e tentei abrir, mas não encontrei nenhuma maçaneta, tentei empurrar pensando que aquela porta de vidro se movesse, mas nada aconteceu.
Enquanto isto as pessoas passavam tranquilamente, como se atravessassem um vapor e do outro lado olhavam para trás e se questionavam porque eu não conseguia passar.
De repente atrás e em torno de mim, todo aquele corredor frente à porta foi se enchendo de gente e virando para trás, eu disse: Calma pessoal, todos nós passaremos por esta porta.
Pensei: Vou usar os meus poderes mentais que já domino e vou abrir esta porta agora...
Fiz de tudo e não conseguia nada, elevava os braços o mais alto possível, pensando em tocar com as pontas dos dedos algum ponto secreto, na esperança de abrir aquela porta e nada aconteceu.
De repente ainda no sonho, naquele corredor, diante daquela grande porta, uma grande voz soou e falou comigo.
- Ao 8º (oitavo) você entrará e terminará, mas ao 9º (nono) você não entrará.
Fiquei muito intrigado com aquele sonho e escrevi questionando diretamente ao Imperátor, que é o cargo máximo naquela organização Rosacruz pedindo alguma explicação e em poucos dias ele me retornou em duas linhas a seguinte resposta: Isto tudo é um mistério:
"Porque muitos são chamados, mas poucos os escolhidos." (Mateus 22:14). Já era um caminho de Deus.
Como não discerni aquela resposta que era tão clara, aquilo ficou marcado em minha vida e mesmo irritado por não entender nada, os anos foram se passando e fui crescendo na graduação daqueles estudos.
Percebia no dia a dia, que quanto mais eu estudava daquela ciência estava adquirindo muitos conhecimentos, domínios e poderes terríveis. Mas, para tudo o Senhor tem um tempo determinado e veja o que me aconteceu:
No ano de 1987, em São Paulo, estava dentro do meu quarto e tinha fechado tudo, para que ninguém me interrompesse.
Era mais de meia noite, a luz do quarto estava desligada e somente duas velas grandes estavam acesas em dois castiçais, sobre uma escrivaninha de estudos.
O quarto estava quase na penumbra, pois era assim que se estudava e iniciei toda a parte ritualística dos estudos daquela ciência.
Não me lembrei que naquela noite terminaria os estudos do 8º grau e estaria assim apto a começar os meus estudos no 9º grau, tão esperado por todo o iniciado Rosacruz.
Não via a hora de tomar contato com a primeira lição do 9º grau e naquela ansiedade, nem fiz o ritual de fechamento daquele 8º grau e nem o ritual de abertura para o 9º grau.
Ávido por adentrar ao 9º grau sentei diante da luz daquelas duas velas, abri a primeira monografia do 9º grau e comecei a leitura.
Tive uma terrível surpresa:
Naquele sonho (revelação), aquela voz tinha me dado uma sentença e deixado bem claro:
- Ao 8º (oitavo) você entrará e terminará, mas ao 9º (nono), você não entrará!
Chegou o dia em que buscava a iniciação ao 9º grau e despercebido dentro daquele quarto, não me lembrei daquele sonho.
Tudo o que já tinha estudado até finalizar o 8º grau estava gravado em minha memória. Possuía muitos poderes.
Não tive dificuldade nenhuma até a última lição do 8º grau, mas ao me deparar com todo o material de estudo do 9º grau, aconteceu uma coisa esquisita e surpreendente:
Eu ia lendo o texto daquelas primeiras páginas do 9º grau, e fazia pausas para avaliar o que tinha entendido daquela lição.
Fechava a monografia daquela lição e buscava relembrar o que acabara de ler. Minha mente ficava totalmente vazia, não registrava nada. Relia tudo novamente, mas minha mente ou memória não absorvia mais nada. O Senhor tirou-me o entendimento.
Mesmo uma frase, não entrava mais em minha mente. Eram 3 monografias a serem estudas, uma por semana, mas comecei a ficar impaciente e fui lendo tudo, li as 3 e pensei, agora o assunto ficará mais claro e entenderei melhor.
Puro engano de minha parte, pois tive um apagão mental que não conseguia lembrar nada, parecia que minha mente tinha sido tirada, fiquei na condição de um analfabeto, só via o que estava escrito.
Entrei num desespero muito grande e já bastante abalado emocionalmente, levantei-me, sem saber o que fazer.
Dentro do meu quarto, havia um espelho da minha altura, que era utilizado nos meus experimentos e técnicas.
Parei diante daquele espelho, com pouca iluminação pelas velas e segurando as 3 monografias entre as mãos, olhei para minha própria imagem relfetida no espelho e gritei alto: Será que fiquei burro de repente?
Grande silêncio se fez. Parece que tudo parou ao meu redor.
De repente, uma grande voz me pegou de surpresa (a mesma voz daquele sonho) começou a falar comigo.
Eu estava plenamente acordado e aquela grande voz, era tão marcante, parecia que estava saindo de dentro de mim, ecoava como imensas caixas de som (estéreo) num amplificador, meu corpo perdeu sua dimensão e parecia que não existiam mais paredes, nada ao meu redor.
Aquela voz era bem forte, firme, com grande autoridade, porém ao mesmo tempo era doce e meiga e foi me falando, com muita eloqüência, assim:
Quanto Conhecimento, quanta Sabedoria!
Olhei à minha volta e perguntei em voz alta:
Quem está aqui dentro deste quarto, falando comigo?
Aquela grande voz repentinamente exclamou:
Quem busca Conhecimento, adquire a Sabedoria!
Quem busca a Sabedoria, adquire o Poder!
Quem busca o Poder, está se preparando para uma GRANDE BATALHA!
Deu uma pausa e rapidamente:
Fez-me uma primeira pergunta:
Contra quem, você está se preparando para está Batalha?
É contra os “ Meus Pequeninos “, que tenho sobre a Terra?
Respondi: Não. Pois esses pequeninos são muito ignorantes (achei que pequeninos fossem sem estudo) e se eu apontar minhas mãos para eles, certamente cairão.
Afirmei assim, lembrando do poder que normalmente saía de minhas mãos, da força que eu dominava. Houve uma pequena pausa.
Fez-me a segunda pergunta:
Se não é contra os “ Meus Pequeninos “, é contra aqueles que estão no seu meio?
(Se referia aos demais membros daquela organização por nome Rosacruz, onde eu estava).
Pensei um pouco e imaginei, agora preciso dar uma resposta muito inteligente e respondi:
Não. Pois, eu não seria louco de fazer isto, pois lá existem pessoas que estão em graus mais avançados e se eu fizesse isto,
quem cairia certamente seria eu.
Fez-me a terceira pergunta:
Se não é contra os Meus Pequeninos. (breve pausa)
Se não é contra os que estão lá no seu meio. (breve pausa)
Por acaso, é contra MIM, que você está se preparando para esta Grande Batalha?
Um grande tremor e temor se apossou de mim, na presença daquela autoridade que estava ali.
Um verdadeiro Mestre estava falando comigo e com profundo respeito, respondi, sem vacilar:
Não Senhor, Não Senhor...(mas eu ainda não entendia, quem estava ali comigo).
Afastei-me do espelho e andei para trás, assustado, meus joelhos tremiam muito.
Ele (O Senhor pessoalmente) começou a orientar-me mansamente, realmente como um Pai orienta o filho desobediente e disse-me:
Acenda a Luz!
Apague as velas!
Retire este avental. (avental ritualístico Rosacruz)
Separe todo este material!
O que é seu coloque do lado esquerdo (da escrivaninha) e o que é da Organização, coloque do lado direito.
A sua parte, leve para fora, coloque álcool e põe fogo em tudo.
O que é deles, prepare uma caixa e devolva tudo pelo correio.
Assim fiz, devolvi todo o material de estudo, rasguei meu cartão de membro e devolvi com uma carta, esclarecendo que o Senhor tinha se manifestado em minha vida e que a partir daquele momento, eu renunciava a tudo o que se referia àquela Organização e pedi o meu afastamento oficial e definitivo.
Ali se cumpriu o sonho profético:
Ao 8º você entrará e terminará, mas ao 9º, você não entrará.
Em Julho de 1.988 fui congregar na Vila Ré em São Paulo, junto a um irmão por nome M...e na hora da exortação da Palavra, pelo nosso saudoso irmão, o ancião João Aleotti, o Senhor manifestava assim:
Aqui entrou uma visita e o Senhor deixará agora 99 de suas ovelhas, para falar com esta alma.
Nisto meu amigo M... me dizia: Presta atenção, ouve o que está sendo falado lá na frente, pela Palavra, pois eu ficava perguntando de tudo um pouco para ele. Ainda pude dizer-lhe:
M..., há quanto tempo procuro o verdadeiro caminho para servir a Deus e não encontro, eu tinha 35 anos de idade e falei: daqui a pouco estarei com 40 anos e não achei nada até agora.
O Senhor pela boca do irmão lá na tribuna começou a dizer:
Oh visita, você que entrou aqui, hoje, o Senhor inicia uma grande obra em sua vida.
Você disse que está procurando este caminho há quase 40 anos, o Senhor te diz que deixou seu povo caminhar também pelo deserto por 40 anos...
Nisto virei para meu amigo M... e disse:
Ah M..., olho no rosto das pessoas aqui dentro e vejo um brilho diferente, todos estão em grande felicidade, e eu?
Sinto-me como uma folha seca, que o vento leva para onde quer!
Nisto meu amigo pediu-me novamente... Escuta o que está sendo pregado.
O irmão João Aleotti, exortava assim:
Oh alma, você que disse aí no seu banco, que pareces uma folha seca, que o vento leva para onde quer, o Senhor te esclarece:
Você é uma folha seca, pois está desprendida do tronco da vida, que é Jesus Cristo, e o vento que te leva para onde quer, é Satanás (ou Diabo).
Hoje começo a derramar do Céu um orvalho sereno que vai molhar a tua folha e agora estou ligando a tua folha ao tronco chamado Jesus Cristo e a seiva já começa a passar para a tua folha, ela está ficando verdinha, um galhinho vai se formando, um grande galho estará se formando e dará muitos frutos.
Hoje o Senhor vai fazer como a dona de casa, quando põe um bolo no forno para assar.
Se tirar antes, o bolo se perde, se tirar depois o bolo se queima, mas se tirar no ponto certo, o bolo exalará um cheiro suave e agradável às suas narinas.
Hoje o Senhor vai lançar um Enigma em sua vida.
Farei contigo, como o bolo, e dentro de 4 semanas, 4 meses, ou 4 anos, farei a obra em sua vida e no tempo certo te chamarei neste Caminho.
No mesmo ano de 1988, fui conhecer a Congregação Cristã no Brasil no Brás, em São Paulo, onde nunca tinha nem passado em frente.
Chegando lá, fiquei assustado, pois aqueles degraus daquela escadaria do sonho estavam ali diante de meus pés.
Fui subindo e de trás de uma grande coluna/pilastra, saiu um irmão (porteiro) e veio ao meu encontro e apertando-me a mão em saudação, sorriu e indicou-me o grande portal da entrada.
Ao entrar fiquei perplexo, pois ali estava, aquela antiga revelação do sonho.
Ao meu lado direito vi os irmãos sentados e a minha esquerda, agora podia ver, as irmãs, com suas cabeças cobertas por um véu branco.
O corredor estava a minha frente e lá ao fundo o púlpito, a tribuna e o tanque de batismo.
Depois de batizado, o Senhor revelou-me, que aquela porta alta que parecia de vidro e ao mesmo tempo parecia névoa, era na verdade o tanque, onde eu deveria passar pelas águas do santo batismo, para poder chegar do outro lado.
Congreguei mais alguns meses e no dia 27/11/88, num domingo senti de ir congregar no Brás, só para conhecer como era realizado o batismo na Congregação Cristã, não tinha intenção nenhuma de ser batizado e nem me lembrava que estavam se completando os 4 meses preditos no Enigma da Palavra ouvida na Vila Ré em Julho/88.
Sentei-me na terceira fileira de bancos, ao meu lado estava novamente o meu amigo M... (agora também meu irmão) o serviço do Santo Batismo foi iniciado.
Dentro de mim, perguntava muitas coisas ao Senhor:
Senhor: Está escrito, que no meio de toda a humanidade que Tu criaste, tens escolhido um Povo Santo para te servir e que o levarás para habitar contigo no Céu.
Mas, onde está este povo? Está escrito, que dissestes para Abraão que daria para ele um filho por nome Isaque e multiplicaria a sua semente como as estrelas no Céu, e a areia no Mar e seria incontável.
Perguntei em meu coração: Senhor, cadê este Povo que não encontro, se o Senhor prometeu que voltará para buscar a Sua igreja e levar o Seu Povo para o Céu, onde está este povo, se o Senhor ainda não voltou?
Fiz um propósito com Deus naquela hora:
Só me batizarei nesta igreja, quando tiver absoluta certeza de que este é o Povo eleito, se acontecer alguma coisa agora, que não seja vinda de Homem, aceitarei o batismo, senão vou embora do jeito que cheguei, pois não confio mais em promessa de Homem (pois em todos os lugares onde fui, mesmo em outras denominações, o Senhor me arrancou de lá).
Baixei minha cabeça em meu banco e fechei meus olhos e em segundos, com os olhos fechados, vi diante de mim, um braço direito, até a altura daquele ombro, vestido com uma túnica branca.
Aquele braço se estendeu e apontou o dedo indicador em meu rosto.
Aquela forte voz, que já tinha se manifestado no sonho, depois dentro de meu quarto, agora, pela terceira vez, falava novamente comigo e me disse, com grande ênfase e autoridade, dentro do Brás:
Você possui a MORTE... (falava da morte espiritual)
Voltando a mão, mostrando-Se e apontando o dedo indicador para Si mesmo, disse-me:
EU possuo a VIDA.
Apresentando-me agora as Suas duas mãos, com as palmas para cima, estendeu-as em minha direção e disse-me de forma meiga e paternal:
VENHA.....TROCA COMIGO.
Meu coração foi convertido ali mesmo e grande choro saiu de meu peito, pois o que vi com os meus olhos fechados, e ouvi, era muito real e estava vivendo um grande privilégio, dentro da Congregação Cristã no Brasil, dentro do Brás.
Num grande salto, saí rápido do banco, subi as escadarias chorando e fui até o vestiário e naquele domingo de 27/11/88, às 10:15hs, sob o hino 154-Pecador Jesus te chama, fui batizado, para Honra e Glória de Deus, totalizando 222 almas ( 114 irmãs e 108 irmãos).
Ali o enigma do 4 falado pela Palavra na Vila Ré, foi desvendado em 4 meses o Senhor cumpriu sua promessa em minha vida.
Fui o primeiro servo de Deus, escolhido por Ele, em toda a minha família e parentela. Os frutos são do Senhor e a árvore que Ele plantou está viva. Glórias a Deus.
Enquanto o Senhor vai escolhendo os Seus, Satanás também vai formando o seu exército, para a GRANDE BATALHA, que o Senhor me questionou se eu também estava me preparando para batalhar contra Ele.
Hoje, faço parte do Exército de Deus, lutando conta o pecado e contra as hostes espirituais da maldade,
Na certeza marcho com o Senhor dos Exércitos e tudo se fez novo.


Irmão Martins - (Waldimir Diniras MARTINS) - São José do Rio Preto/SP - Brasil
e-mail: waldimirmartins@yahoo.com.br

sábado, 5 de junho de 2010

TESTEMUNHO - TROMBOSE NO INTESTINO ( IR. HERCULANO )


A paz de Deus.

Essas obras foram contatas pelo nosso ir. Herculado ancião de Tupã/SP, onde um dia em uma madrugada uma irmã sentiu um dor muito forte no intestino e indo ao hospital o médico constatou que teria de operá-la.
Foi levado ao centro cirúrgico e qdo abriu-a o médico viu que não tinha mais nada a fazer, pois havia dado trombose em seu intestino, assim fechando-a de uma forma qualquer pois não tinha mais condições de vida, e chamando a família o médico disse que não nada o que fazer e se eles tivessem que fizessem, pois no máximo as 5 horas da tarde era entrava em óbito.

Assim 2 filhas dessa irmã foi até a casa do ir. Herculano, inclusive uma dela estava parada na graça e disseram ao irmão:

- Ir. Herculano, minha mãe está no hospital e o médico já desenganou dizendo que das 5 horas da tarde não passa, e se o irmão sentir de orar por ela e tbm ungi-la nós ficaremos muito grato.

Assim Deus preparou do ir.Herculano e mais o servo diácono foram ao hospital, e ali toda a família reunida na porta do hospital aguardando o anuncio da partida da irmã [ Maria Pernambuco ] e o irmão Herculano não teve palavras para dirigir-se a família, mas Deus tomou a boca do diácono e disse:

- Vcs ficam em paz, o médico desenganou porque o conhecimento dele é limitado, mas o médico dos médicos ainda não desenganou, nós vamos entrar para ungir a serva de Deus.

Ao entrar na UTI a chefe das enfermeiras perguntou o que eles estavam fazendo ali, e os irmãos responderam que haviam ido orar e ungir a serva de Deus e a enfermeira respondeu que eles deveriam orar para quem está vivo e não morto.
Os irmãos responderam que eles iriam fazer a parte deles e cumprir sua missão.
Eles entraram, o corpo da irmã já estava inerte, já não falava e nem ouvia, praticamente morta.

Foi aberta oração e o diácono começou a fazer a oração, a glória tomou aquele lugar o céu desceu, a virtude do Senhor tomou o irmão Herculano não conseguia se conter e começou a manifestar a linguagem celestial e qdo ele com o azeite ungiu a testa da irmã e disse as palavras da unção:

- Irmã em nome de Jesus Cristo unjo-te de acordo ao mandamento da palavra....

Ele percebeu um movimento do corpo da irmã e ainda falava as palavras da unção sentou a mão direita da irmã apertar a sua, e as palavras glória, aleluia da irmã, e qdo terminava a unção a serva de Deus já estava manifestando a promessa em evidencias de novas línguas.

Deus na hora da unção fez um milagre, o intestino que não funcionava voltou a funcionar e os servos de Deus saíram deixando-a falando e manifestando o dom de línguas.
Ao encontrar a família disse: Deus já fez o milagre! E aquela que não passava da s 5 horas Deus a libertou por completo. O médico ficou sabendo do ocorrido foi ter com ela e vendo a obra no outro dia deu alta a serva de Deus.
Depois ela voltou para receber novos pontos, agora de uma pessoa que não morreria, mas viveria.

Assim aquela filha que estava parada voltou para a casa do Senhor e os que ainda não serviam a Deus, foram batizados quatro da família.

GLÓRIA A DEUS! Esse é o nosso Deus, o Deus dos milagres!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

VISITA AO MEU IR. MANOEL - 6 anos e meio que não o via.


A paz de Deus.

Algumas semanas atrás o Senhor me deu a graça de ir visitar uns irmãos ( Manoel e Neusa ) em Sandovalina/SP, mais precisamente no assentamento Guarani, um lugar humilde de pessoas simples mas cheia de Deus, e qdo digo cheio, é CHEIO MESMO!
Só pra vcs terem uma idéia esse irmão ( Manoel ) é acostumado a orar no meio do mato e tem milagres em sua vida de “balde”, GLÓRIA A DEUS!

Ainda não encontrei lugar na terra, onde a presença de Deus se manifesta com poder e virtude, muitos ao lerem já vão pensar, deve ser porque tem profecias, LEDO ENGANO! Digo é a visitação de Deus, de não ficar um sem sentir Deus, seja criança ou velhos, embora o dom de Deus ( profecia ) manifesta aqui, ali e acolá.

A sim, é barulho demasiado, muitos são contra e dizem que é lata vazia. Rsrs....SENHOR, SE SENTIR O QUE SINTO E MANIFESTO, E MEUS COMPANHEIROS SENTEM, FOR LATA VAZIA.....

ME PERDOE, AMADOS IRMÃOS, QUERO MORRER SENDO “LATA VAZIA”. .

Saímos daquele lugar sentido Deus, a visitação de Deus nos tomando, foi durante o dia, no culto e na oração na casa do irmão ( sem comentários ) e durante a viagem de retorno....por falar no retorno, estávamos em 7 na caminhonete, 5 manifestando o dom de evidências de línguas com poder e virtude, um dando glória e o motorista na comunhão, porque Deus é bom e não visitou ele naquele volante da mesma forma que nos tomava, pq com certeza não estaria aqui escrevendo essas palavras. Rsrs.... Glória a Deus! Mas achei que Deus iria nos levar para o céu como Elias, foram 35 km ininterruptos Deus nos tomando na visitação com “força” até todos se acalmarem e voltarem ao “normal”.

UMA OBRA DE MILAGRE:

Esse mesmo irmão ( Manoel ) a 3 anos atrás foi manifestado com um nódulo ( caroço ) na próstata, sim câncer; de forma que já não podia andar mais de bicicleta e nem de cavalo, mas ocultou da esposa, até que não suportando mais a dor falou pra esposa que aconselhou-o a buscar o médico.
Foi constatado a enfermidade e precisaria passar por uma cirurgia o mais rápido possível, mas um homem que nunca tomou uma injeção pra nada, isso com 61 anos de idade, ficou triste e orou a Deus: Senhor; sempre me esforcei em fazer a tua vontade, nunca resisti a Tua a vontade, se tenho algum crédito contigo, faz uma obra em minha vida.

E posso dizer, o homem é temente a Deus! É tão temente que nunca seus filhos viram ele ficar sem camisa ao menos dentro de casa.
Um dia voltando da cidade para o assentamento, onde é uma estrada de 4 km de densa escuridão, passando por uns eucalipto junto ao um mato, Deus falou com ele: EU TE LIBERTAREI....Ele ali orou novamente e Deus o libertou!
Faz 3 anos e ele não sente mais nada, anda de bicicleta e cavalo sem incomodo algum.

Ao chegar para visitá-lo, ele estava trabalhando na construção de sua casinha de bloco, pois antes morou em um barraco e tábua e lona; depois passou a um barraquinho de tábua coberto de telha ( onde oramos, cujas fotos estão no meu álbum ) e agora está construindo uma casinha de bloco, mas precisa de muita coisa, porventura alguém ao ler essa necessidade sentir da parte de Deus em ajudá-lo com doações, seja pronto em servir a Deus, pois diz as escrituras:

LANÇA o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. Reparte com sete, e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra. Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e caindo a árvore para o sul, ou para o norte, no lugar em que a árvore cair ali ficará. Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará. ( Eclesiastes 11:1-4 )

Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. ( I João 3:17,18 )

Põe-te a caminho!

Orem por eles, são verdadeiramente homens de Deus na terra!

Deus vos abençõe!

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